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Tecnologia


Chevrolet Volt: lançado o automóvel elétrico da GM PDF Imprimir E-mail
Escrito por Luana Scortegagna   

Segundo informações da Reuters, a GM (General Motors) apresentou a versão final do carro elétrico Chevrolet Volt, que será comercializado no mercado americano a partir de 2010.

A bateria do automóvel pode ser recarregada através de uma tomada.

O chefe-executivo da montadora dos Estados Unidos, Rick Wagoner, apresentou o veículo na sede da empresa, em Detroit, durante um evento para comemorar o aniversário de 100 anos da companhia.

"O Volt simboliza o comprometimento da General Motors com o futuro", afirmou Wagoner durante a apresentação, conforma a redação do Terra.

A GM diz que o desenho do modelo final do Volt foi baseado no carro-conceito original, mostrado no Salão do Automóvel de Detroit, em 2007.

O automóvel, de acordo com a montadora, pode percorrer até 64 km apenas com energia elétrica e sem emitirem poluentes.

Conforme informações da Reuters, o Volt possui equipamentos tecnológicos no seu interior, como tela de cristal líquido com configuração da posição do banco e volante, controles de clima interno e entretenimento, sistema de navegação e Bluetooth.

A montadora explica que o veículo é movido por uma bateria de lítio por até 64 km.

Quando a energia chega ao fim, um motor a gasolina é acionado para fornecer carga ao propulsor elétrico, que gera 150 cavalos de potência.

Sua velocidade máxima é de 160 km/h.

A General Motors não quis divulgar o preço do Volt.

Luana Scortegagna

 
Será o fim do mundo ou o início de uma nova era? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Luana Scortegagna   
Qua, 10 de Setembro de 2008 07:57

O LHC (Large Hadron Collider), caracterizado como o maior acelerador de partículas, entrou em funcionamento depois de 14 anos de trabalho, custando quase US$ 10 bilhões.

O primeiro experimento já está sendo realizado em Genebra, na Suíça, e teve a participação de mais de 10 mil colaboradores de 111 países, incluindo mais de mil cientistas americanos.

De acordo com os cientistas, através de um túnel de 27 km localizado a 90 metros abaixo da superfície, serão enviados prótons à velocidade da luz, que colidirão em uma explosão espetacular, criando uma situação muito semelhante à existente após o Big Bang, que foi considerado o "nascimento" do Universo.

Mas isso não vai ser possível de se enxergar a olho nu, é microscópico, exceto a energia envolvida nessa experiência: a explosão gerará 14 trilhões de volts, e o experimento consumirá 120 megawatts, suficiente para iluminar 40 mil casas.

Os cientistas afirmam que essa micro-explosão cinematográfica criará um buraco negro microscópico e instável, que desaparecerão alguns segundos depois.

Entre as novidades que podem ser descobertas com esse experimento, estão a matéria negra, outras dimensões, a "partícula de Deus", entre outras.

Descobertas?

Com toda certeza tudo isso é algo muito grandioso para os cientistas, mas e para nós, o que poderemos tirar de proveito desta experiência científica? Eles dizem que esse experimento também poderá trazer benefícios reais, como nas telecomunicações e informática, poderá haver uma revolução na maneira de se transmitir e armazenar dados, pois haverá uma melhor compreensão do mundo sub-atômico.

Na medicina, novas tecnologias poderão ser criadas, ajudando no tratamento do câncer e melhor entendimento do corpo humano, e a humanidade também poderão se beneficiar com a criação de novas fontes de energia, como a fusão atômica controlada.

Fim do mundo?

Mas há quem não acredite e confie tanto assim nesta experiência, o LHC também tem seus críticos, pois muitos acham que o experimento criará um buraco negro que engolirá o nosso planeta, matando a todos, e por causa disso, alguns cientistas receberam até ameaças de morte.

Além dos cientistas envolvidos no desenvolvimento e construção do LHC afirmarem que isso não é possível, o diretor responsável pelo projeto informou que, se algo sair errado, é possível desligar todo o acelerador de partículas em menos de um segundo. Vamos contar com isso!


Luana Scortegagna

 

 
Green Building: novidade imobiliária em Balneário Camboriú PDF Imprimir E-mail
Escrito por Luana Scortegagna   

Você sabe o que é Green Building? É o Edifício Verde, uma das novidades no ramo imobiliário. Esse tipo de edifício é construído e projetado para ser auto-sustentável, inteligente e eco-eficiente. O objetivo de uma construção como essa, de acordo com as construtoras, é não agredir a natureza e reduzir gastos.

 

Nele são construídos centros de reciclagem e cobertura vegetal (o telhado vivo), a energia solar é usada para produzir energia elétrica e pré-aquecer a água, a água da chuva é armazenada e usada para limpeza e para regar o jardim. A coleta de lixo é seletiva, as luzes são com sensor de presença e a mesma água que sai das torneiras e chuveiros é usada na descarga.

 

Engenheiros Civis dizem que isso tudo gera uma economia nos custos operacionais que pode chegar a 50%. Ok, bastante econômico, mas e o custo de uma construção como essa? E o valor de um apartamento num edifício deste? É, acho que serão poucos que vão poder desfrutar destas facilidades econômicas, mas a natureza agradece(?).

 

Uma construtora de Balneário Camboriú se adiantou e vai construir o primeiro Edifício Verde de Santa Catarina, que já tem nome e endereço: Edifício Pioneiros do Atlântico Residence, Rua Bruno Silva, Bairro Pioneiros. Aguarde!

 
Medo de seqüestro aumenta o implante de chips PDF Imprimir E-mail
Escrito por Luana Scortegagna   
Sáb, 23 de Agosto de 2008 03:46

Com medo dos freqüentes seqüestros, os mexicanos estão gastando milhares de dólares para implantar chips sob a pele. Aterrorizados com a elevação no número de seqüestros no país, que subiu em quase 40% entre 2004 e 2007, de acordo com estatísticas oficiais, os mexicanos implantam os pequenos transmissores que permitem aos satélites localizá-los em seus locais de cativeiro.

O número de mexicanos de classe média, que procuram os pequenos chips, cresce cada vez mais. Os transmissores são fabricados pela Xega, uma empresa mexicana de segurança, cujas vendas cresceram em 13% este ano. Ela anunciou que conta com mais de dois mil clientes.

Conforme a Xega, o chip é injetado envolto em cristal, do tamanho e forma de um grão de arroz, no corpo dos clientes, com uma seringa. Um transmissor no chip envia sinais de rádio a um aparelho maior que o cliente carrega e está equipado com um sistema de posicionamento global. O satélite pode então localizar a pessoa que enfrenta problemas.

Os detratores dizem que o chip é pouco mais que uma engenhoca que não serve a qualquer propósito real de segurança. Mas Cristina, de 28 anos, que não quis fornecer o seu sobrenome, diz a Reuters que de qualquer forma quis garantir o seu por prevenção. "Não é que sejamos ricos, mas eles seqüestram as pessoas por um relógio. Todo mundo vive com medo", diz ela.

Segundo estatísticas oficiais, o chip custa US$ 4 mil, e há uma taxa anual de US$ 2,2 mil pelo serviço. A Xega considera que os seqüestros estão em alta e planeja expandir seus serviços ao Brasil, Colômbia e Venezuela, no ano que vem.

 


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