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Economia


Gates é o mais rico do mundo; no Brasil, Eike Batista PDF Imprimir E-mail
Escrito por Carlos Pontarolli   

NOVA YORK - A crise econômica mundial diminuiu o número de bilionários em todo o mundo e deixou os magnatas um pouco menos ricos, de acordo com a revista Forbes. A publicação listou 793 pessoas em sua lista de bilionários de 2009, 30% a menos do que em 2008. Esta é a primeira vez em que a lista diminui desde 2003.

A riqueza total líquida dos bilionários caiu 46% neste ano, para US$ 2,4 trilhões e a fortuna de um bilionário médio ficou em US$ 3 bilhões, 23% a menos do que em 2008.

Apesar de ter perdido US$ 18 bilhões de sua riqueza em relação ao ano passado, o cofundador da Microsoft, Bill Gates, desbancou o megainvestidor Warren Buffet e retomou o título de homem mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em US$ 40 bilhões.

Buffett ficou em segundo lugar, com US$ 37 bilhões. Ele perdeu US$ 25 bilhões de sua riqueza em comparação a 2008 após as ações de sua empresa, a Berkshire Hathaway, terem perdido aproximadamente um terço do valor.

O mexicano Carlos Slim Helu, que em 2008 ocupava a segunda posição no ranking, caiu para o terceiro lugar, após ter perdido US$ 25 bilhões das riquezas de 2008. O executivo-chefe da Oracle, Larry Ellison, é o número quatro.

A lista de 2009 contém cidadãos de 52 países e de um principado. Os norte-americanos ocupam 10 das 20 primeiras colocações, em comparação a quatro no ano passado.

O prefeito da cidade de Nova York, Michael Bloomberg, na 17ª posição, é o único dos 20 mais ricos do mundo que conseguiu aumentar sua fortuna. Bloomberg, que possui um salário de US$ 1 por ano como prefeito, foi beneficiado por uma reavaliação de sua companhia, Bloomberg LP. Ele também readquiriu uma participação de 20% em sua empresa do Merrill Lynch em julho por US$ 4,5 bilhões.


A lista trouxe 32 russos neste ano, quase dois terços a menos do que em 2008.

Anil Ambani, dono da indiana Reliance Infrastructure e 34º da lista, perdeu mais dinheiro do que qualquer bilionário do ranking - US$ 32 bilhões. Na lista de 2008, a fortuna de Ambani havia registrado o maior crescimento de todos.

O magnata indiano do aço, Lakshmi Mittal, número oito da lista, perdeu US$ 25,7 bilhões no ano passado.

O ex-presidente do American International Group (AIG), Maurice "Hank" Greenberg, o ex-presidente do Citigroup, Sandy Weill, e o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, estavam entre as pessoas que figuraram na lista da Forbes no ano passado mas que ficaram de fora neste ano. As informações são da Dow Jones.

Brasileiros

Eike Batista, 52 anos, está no seleto grupo de 44 bilionários que conseguiu ampliar sua fortuna ao longo de 2008, segundo a revista Forbes. A fortuna do brasileiro é agora estimada em US$ 7,5 bilhões, um aumento de US$ 900 milhões em relação ao ano
anterior. Eike, o brasileiro mais rico, ocupa a 61ª colocação na lista dos mais ricos do mundo divulgada pela revista. Outros 12 brasileiros aparecem no ranking. Joseph Safra, 70 anos, vem logo a seguir de Eike, com a 62ª maior fortuna, US$ 7 bilhões. Jorge Paulo Lemann, com US$ 5,3 bilhões, é o 92º.



Na 196ª colocação aparece Aloysio de Andrade Faria, com US$ 3,1 bilhões. Dorothea Steinbruck e família, com US$ 3 bilhões, estão em 205º lugar. Antonio Ermírio de Moraes e família, com fortuna de US$ 2,8 bilhões, ocupam a 224ª colocação. Marcel Herrmann Telles é o 285º mais rico do mundo, com US$ 2,4 bilhões. Moise Safra, com US$ 2,1 bilhões, é o 318º.

Os brasileiros ainda são representados por Carlos Alberto Sicupira (318º lugar na lista), com fortuna de US$ 2,1 bilhões, e Abílio dos Santos Diniz (468º), com US$ 1,5 bilhão. Guilherme Peirão Leal, com US$ 1,2 bilhão, e Antonio Luiz Seabra, também com US$ 1,2 bilhão, estão empatados em 601º lugar. Julio Bozano, com US$ 1,1 bilhão, é o último brasileiro no ranking da Forbes, aparecendo na 647ª colocação.

 

GUSTAVO NICOLETTA - Agência Estado

 

 
A maioria dos brasileiros aprovam o governo Lula PDF Imprimir E-mail
Escrito por Luana Scortegagna   
De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Datafolha, a aprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu novo recorde, com 64% dos brasileiros considerando o governo ótimo ou bom.


Isso significa que a aprovação do presidente em relação aos últimos, subiu 9 pontos percentuais em relação aos 55% registrados na pesquisa anterior do Datafolha, realizada em março.


Conforme a pesquisa mais recente, realizada entre os dias 8 e 11 de setembro, 28% consideraram o governo regular, e 8% ruim ou péssimo, isso mostra a queda de 3 pontos em relação à pesquisa anterior.


Lula foi considerado ótimo ou bom em todas as regiões do país, com 65% no Norte e Centro-Oeste, 75% no Nordeste, 60% no Sul e 57% no Sudeste, e também entre as diferentes faixas de renda e escolaridade avaliadas.


Como avalia a pesquisa, no Sudeste Lula pela primeira vez obteve apoio da maioria dos pesquisados nas regiões metropolitanas que têm curso superior e entre os que vivem em famílias com renda familiar mensal maior que 10 salários mínimos.


O recorde de popularidade é divulgado na mesma semana em que o Produto Interno Bruto (PIB) mostrou um crescimento acima do esperado no segundo trimestre (6,1%), e dados recentes têm demonstrado um arrefecimento dos preços.


Mas em compensação, houve uma nova alta da taxa básica de juro.


Lula também tem participado de várias campanhas nas eleições municipais, que acontecem em 5 de outubro.


O Datafolha ouviu 2.981 pessoas maiores de 16 anos em 212 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou menos.


Fonte: Pedro Fonseca

 
PIB brasileiro cresce 6% no primeiro semestre PDF Imprimir E-mail
Escrito por Luana Scortegagna   
Qua, 10 de Setembro de 2008 08:03
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, em valores correntes, apresentou no segundo trimestre de 2008 um crescimento de 6,1% em relação ao apurado no mesmo período de 2007, atingindo a soma total de R$ 716,9 bilhões.

Já na comparação com o primeiro trimestre de 2008, o avanço foi de 1,6%, na série com ajuste sazonal.




De acordo com os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a expansão resultou da elevação de 5,7% do valor adicionado a preços básicos e de 8,5% nos impostos sobre produtos.


Conforme o IBGE, a agropecuária foi o segmento que reportou o maior avanço no trimestre, de 3,8%. O desempenho positivo do setor deveu-se principalmente a alguns produtos que possuem safra relevante no período, a exemplo do café em grão, cuja estimativa de crescimento na para 2008 é de 27,7%.


Na seqüência, o setor de serviços cresceu 1,3%, com destaque para as atividades de intermediação financeira e seguros, enquanto que a indústria apresentou a menor expansão no trimestre passado, de 0,9%.


Pelo lado da análise da demanda interna, chama a atenção o crescimento de 16,2% da formação bruta de capital fixo. A despesa de consumo das famílias obteve uma alta de 6,7% no período, o que representa o 19º avanço consecutivo na taxa trimestral.


Quanto à demanda externa, observou-se avanço de 5,1% das exportações de bens e serviços, após uma queda no trimestre anterior. As importações também registraram o 19° aumento seguido, com expansão de 25,8%.


Já a renda nacional bruta atingiu R$ 698,5 bilhões no segundo trimestre deste ano, frente a R$ 621,1 bilhões em igual período de 2007. Na mesma base de comparação, a poupança bruta atingiu R$ 136,2 bilhões no ano passado, contra R$ 121 bilhões no ano anterior.

Luana Scortegagna

 


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